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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Gantz em reta final no Japão



De acordo com o Anime News Network, na edição dupla 06-07 da Young Jump o autor Hiroya Oku afirmou nos comentários do autor que pretende desenhar o final da série em 2012. A data oficial do lançamento da revista é no dia 4 de Janeiro, mas a gente sabe como essas notícias andam mais rápido através da internet.

  Gantz é publicado pela Panini desde Julho de 2007 e atualmente se encontra parado no volume 29 (lançado em junho de 2011) esperando uma nova remessa de volumes, no Japão a série se encontra atualmente no volume 32. Gantz foi um dos primeiros mangás da Panini a ganhar pôsteres coloridos e inclusive chamou bastante a atenção o volume 28 que veio com uma página colorida quádrupla (coisa linda de se ver).

Texto original retirado do blog Panini fã.

Madenka Resenha


Bom, demorou, mas vamos a análise de Madenka, história publicada na ação magazine que representa aqueles shounens da gema. Mas o que será que essa história nos reserva?

Não pretendo me alongar, até por que colocarei aqui as minhas primeiras impressões sobre a obra, não vou julga-la por completo já que esta tem algum prazo a mais para mostrar a que veio.

Bom, para começar digo de cara que a história não me agradou muito. Devido a algumas falhas de roteiro além de um linguajar cansativo. Bom vamos por partes.



O traço : O traço de Madenka não é o mais refinado que eu já vi, muito pelo contrário é simples e leve, sem muitos detalhes. Não chega a ser uma coisa que atrapalha, mas também não é algo que ajuda a criar o mundo proposto pelo autor. Penso que o traço deveria ser mais forte, ou então detalhado para passar a sensação de que tudo ali representado no desenho "existe" na página se é que me entendem. Os desenhos em alguns quadros parecem um esboço. O design de personagens é bom nada além disso.

História e Roteiro: A história é algo que eu sinceramente não consegui encontrar em Madenka. Tudo bem é a história sobre um garoto chamado Madenka que vive em algum lugar do norte ou nordeste do país e que tem alguma coisa de especial que pode vir a ser qualquer coisa. Os personagens são bem definidos, mas não esbanjam carisma e personalidade.

No quesito de roteiro Madenka é muito enrolado para um primeiro capitulo. Não se consegue ver o que aquele universo pode vir a nos mostrar nos próximos capítulos e isso é um problema. As coisas parecem não andar além das repetidas frases e afirmações do mestre do Madenka.

O texto é muito RUIM. Tudo bem que se passa no nordeste, mas aquele linguajar cansa muito rápido, além do fato de eu não entender certas gírias faladas pelos personagens. Penso que se a revista tem uma abrangência nacional ela tem que se enquadrar nesse aspecto já que do jeito que os personagens falam, torna-se um empecilho para a compreensão da história.

Bom é isso que se resume Madenka. A história pode ter potencial, mas precisa ser polida muito e ajustada. sem contar os erros de português presentes com por exemplo na página 16 no segundo Quadrinho onde o "porque" está escrito junto quando deveria ser um "por que" por se tratar de uma pergunta. esperamos melhoras no segundo capítulo e nos que seguirem.

Desejo sucesso tanto para Madenka quanto para a Ação Magazine.

Madenka Nota: 5

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Biografia de Masashi Kishimoto Parte 1

O Kakashi era cheio de pompa!


Coisas Reprovadas:


O kakashi apareceria no segundo capítulo de Naruto. No começo eu o concebi como um ninja esnobe cheio de pose, que fala com uma polidez antiga.
Nessa época como não existiam o Sasuke nem a sakura, o Kakashi aparecia como o professor do Naruto. Mas em uma reunião com o meu editor, isso foi rejeitado. O Kakashi que vocês acompanham, o Sasuke e a Sakura , são personagens criados com muito cuidado, como definidos naquela reunião.

O kakashi tinha falas do tipo: Beneficiar a vila é um trabalho de grande abnegação.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Solanin #1 - Resenha



Faz algumas semanas que eu venho falando aqui no blog sobre esse lançamento da L&PM. As minhas expectativas estavam já muito altas quando comecei a ler o volume um de Solanin, e eu temia que isso causasse um certo desapontamento ao ler. Fico contente em afirmar que isso não aconteceu, e que ler este mangá foi algo mágico.

Nunca tinha nem ouvido falar de Inio Asano antes de comprar este mangá, mas quando o fiz, resolvi pesquisar sobre o autor. Eis que ele era famoso; geralmente por histórias humanas e sensíveis, e também pelo seu traço marcante. Depois de ler esse volume 1, me rendo a este cara. Fazendo coro ao Panino do Subete Animes, guarde esse nome!

Ele se mostra um mestre na condução da história, que prende no primeiro capítulo e então você não consegue mais parar de ler (eu mesmo comecei a ler apenas o primeiro capítulo, e agora estou aqui as 04:33 da manhã, escrevendo uma opinião do volume inteiro). O clima da história é fenomenal. Por vezes engraçado, por vezes triste... sempre reflexivo, sempre funciona. É um drama existencial extremamente humano e profundo, envolvendo cinco jovens que ainda não encontraram seu lugar no mundo, cheios de sonhos e frustrações.

Dá para dizer que o maior trunfo de Asano em Solanin são os personagens. A protagonista Meiko é provavelmente, a personagem mais carismática que já vi em um mangá. Ela não é perfeita, longe disso, tem várias atitudes infantis durante o mangá. Mas ao mesmo tempo, é decidida e confusa ao mesmo tempo, carinhosa, apoiadora e por aí vai. Além disso, o desenho dela é espetacular(*-*)! Embora a história foque mais em Meiko, os outros não perdem muito feio não. Existem capítulos para apresentar melhor os coadjuvantes, como o “wathever” Billy, o maluco Kato, a centrada Ai e o idealista namorado de Meiko, Kaneda.


Para criar um elo com esses personagens, Asano constrói situações emocionantes, ou até mesmo engraçadas. Algumas são particularmente geniais, como a da hilária “8230801ª Conferência Minha Comigo Mesmo”, ou a cena onde Meiko pinta o rosto de Kaneda, ou a história do velhinho das cartas de Billy. A tecla em que o autor mais bate, é a da passividade da sociedade, do tédio da vida cotidiana, do trabalho assalariado. Também fala muito da procura daquilo que te faz feliz, dos momentos de felicidade passageiros, que ele chama de milagres, e complementa:

“…Este momento só existe porque estamos desviando o olhar da realidade… Daqui pra frente, qualquer chance, por menor que seja, não pode se desperdiçada”



São coisas que eu me pergunto todo dia. Coisas que me tiram o sono. Que me deixam infeliz. E é por isso que me identifiquei tanto com Solanin. Talvez por que eu esteja bem na faixa etária dos personagens, passe pelas mesmas coisas que eles. Querer a fuga das responsabilidades e da rotina/repetição. Além disso, o autor aproxima a história demais da realidade. Os personagens são complexos, falam palavrão, fazem sexo, existe até uma cena rápida de nudez. Tudo tem um clima real, humano. Os diálogos parecem os que você tem com seus amigos. Além disso, o final do volume contém uma surpresa que deixa uma expectativa enorme para o próximo.

A habilidade de Inio Asano no desenho também é formidável. As expressões, os detalhes, o perfeito uso de fotos reais para a composição dos quadros, e o excelente design de personagens. E o detalhamento não está presente apenas de vez em quando. Todas as páginas são lindas, mesmo que em algumas, o grande volume de texto atrapalhe um pouco a apreciação dos desenhos.

Aqui está o único desenho de página inteira do volume (não lembro se tinha outro...):


Claro, para tudo isso ser apreciado devidamente, nada mais justo do que uma edição caprichada. E é isso que a L&PM entrega. Um trabalho muito superior ao que é geralmente feito no Brasil atualmente, utilizando-se papel branco, uma impressão perfeita e um belo acabamento de capa, fontes e notas de explicativas. Vale destacar também o excepcional trabalho de adaptação e tradução. Os diálogos estão soberbos, muito bem adaptados ao nosso jeito de falar.

Bom, simplesmente não há o que reclamar deste lançamento. Se o segundo volume for tão bom quanto esse, então trata-se de uma obra-prima, e será meu mangá favorito.

Espero que sim!



Solanin Vol.1
Editora:L&PM
Páginas: 216
Periodicidade: Mensal
Total de volumes: 2
NOTA: 10,0!!!!!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Sandman: Os Caçadores de Sonhos




O universo de Sandman vem sendo explorado com certa freqüência pela DC/Vertigo mesmo depois que a saga de Morpheus acabou palas mãos do criador original, Neil Gaiman. Claro, as histórias paralelas nunca continham histórias do próprio Rei dos Sonhos, mas sim dos outros personagens desse rico universo.

Pra comemorar os dez anos da série, Gaiman escreveu um livro ilustrado pelo artista japonês Yoshitaka Amano (Character Designer de vários games da série Final Fantasy), ambientada no Japão, e com Morpheus dando as caras, como não poderia deixar de ser, chamado “Os Caçadores de Sonhos”. Mais alguns anos se passaram até que P. Craig Russel pegou a história desse livro para convertê-la a mídia das histórias em quadrinhos. E a conversão é tão boa, que não consigo imaginar ler essa história de outra forma.

Russel já havia trabalhado com Gaiman em outras ocasiões: Sandman 50 e a adaptação do livro Coraline para uma Graphic Novel. O traço do autor é lindo; simples, mas belo, sem exageros. As expressões dos personagens são muito bem feitas, nos passando com eficiência o sentimento. Além disso, Russel constrói cenas de várias páginas apenas com gravuras, passagens inteiras sem uma linha de texto sequer, e onde há texto, usa transcrições diretas do livro de Gaiman.

E por falar em texto, não me canso de elogiar Neil Gaiman. Ele domina a arte das palavras como poucos, controla o ritmo, cria situações mágicas com simplicidade, e acaba emocionando. O final do primeiro capítulo (a última página), é um ótimo exemplo.

Outro ponto positivo no texto de Gaiman é a forma como ele consegue inserir elementos clássicos de Sandman num conto sobre o Japão antigo. A história é supostamente baseada em um conto japonês antigo. E nós acreditamos nisso, devido a forma como a história é contada. Mas é balela. No posfácio o autor explica que na verdade, inventou tudo. E ao invés de isso diminuir a historia, eleva, mostra mais uma vez o porquê de Gaiman ser considerado um dos melhores escritores da atualidade.

Pra finalizar, não posso deixar de comentar o excepcional acabamento da Panini no álbum. Capa dura, papel couché, galeria de capas originais e alternativas, tudo por um preço extremamente convidativo.

Enfim, foi muito bom ler mais uma história do mestre Morpheus. Mesmo para quem nunca terminou a história original, vale a pena ler essa aqui, embora, para aqueles mais familiarizados existam algumas aparições interessantes, como Caim e Abel. Mesmo assim, “Os Caçadores de Sonhos” é uma história fechadinha, com um final onde as lições não são enfiadas por sua goela abaixo.

*Desculpem pela falta de imagens, mas tentem achar imagens dessa HQ na internet...

Sandman Apresenta: Os Caçadores de Sonhos

Editora: Panini
Páginas: 148
Capa-dura; papel couché; volume único
Nota: 10,0

Primeiro trailler de "O Hobbit".

Aqui vai o LINK para o primeiro trailler do que é provavelmente o filme mais esperado do ano que vem, ao lado de "Dark Knight Rises".

O vídeo mostra Gandalf chegando a casa de Bilbo e lhe chamando para uma aventura. Logo depois apresenta os anões que os acompanharão na jornada. Tem até uma palhinha de cenas de ação e do Gollum! Vale a pena assistir e ficar na expectativa.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Daytripper ganhará edição em capa cartonada pela Panini


O quadrinhista Gabriel Bá revelou, em seu Facebook, que aPanini Comics está preparando, para o Brasil, uma terceira tiragem de Daytripper. Serão mais 12 mil exemplares, com uma novidade: agora a graphic novel terá também uma versão com capa cartonada.
A edição em capa dura abastecerá livrarias com preço de R$ 62,00, enquanto a versão em capa cartonada custará R$ 24,90 e terá distribuição setorizada somente para bancas.
Daytripper é uma graphic novel criada pelos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá e vencedora dos prêmios Eisner AwardEagle Award, nos Estados Unidos, e HQ Mix, no Brasil.
A história é sobre Brás de Oliva Domingos, que tem só mais um dia de vida. Pode ser o dia em que ele conhece seu grande amor. Pode ser durante sua grande viagem da adolescência. Pode ser tamjbém o dia em que ele começou a entender a família e quando decidiu ajudar seu melhor amigo. Ou pode ser na velhice.
Os grandes momentos da vida, a família de onde alguém vem ou que constrói; ser filho e ser pai; ter amor e ser amado. Toda uma existência é contada em dez capítulos - dez dias - sob a sombra constante (e mágica) da morte.

Confirmado: terceira temporada de Bakuman



Shonen Jump revelou que está em produção uma nova temporada de Bakumantendo por base a manga original de Takeshi Obata e Tsugumi Ohba. O anime vai estrear no final de 2012.
Bakuman é um manga dos mesmo criadores de Death Note que começou a ser lançado em 2008, tendo já inspirado uma adaptação para anime em 2010 e uma segunda temporada que estreou em Outubro deste ano.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Séries indicadas ao Globo de Ouro


Acima:Boardwalk Empire

Agora dia 15/12, foram revelados as séries indicadas ao Globo de Ouro. Segue-se uma pequena lista dos indicados, e no final, uma opinião um tanto exaltada:

Melhor série dramática

American Horror Story
Boardwalk Empire
Boss
Game of Thrones
Homeland

Melhor ator série dramática

Steve Buscemi, Boardwalk Empire
Bryan Cranston, Breaking Bad
Kelsey Grammer, Boss
Jeremy Irons, The Borgias
Damian Lewis, Homeland

Melhor atriz série dramática

Claire Danes, Homeland
Mireille Enos, The Killing
Julianna Margulies, The Good Wife
Madeleine Stowe, Revenge
Callie Thorne, Necessary Roughness

Melhor série cômica

New Girl
Enlightened
Episodes
Glee
Modern Family

Melhor ator série cômica

Alec Baldwin, 30 Rock
David Duchovny, Californication
Johnny Galecki, The Big Bang Theory
Thomas Jane, Hung
Matt LeBlanc, Episodes

Melhor atriz comédia

Laura Dern, Enlightened
Zooey Deschanel, New Girl
Tina Fey, 30 Rock
Laura Linney, The Big C
Amy Poehler, Parks and Recreation

Melhor atriz coadjuvante série, minissérie ou filme para a Tv
Jessica Lange, American Horror Story
Kelly Macdonald, Boardwalk Empire
Maggie Smith, Downton Abbey
Sofia Vergara, Modern Family
Evan Rachel Wood, Mildred Pierce

Melhor minissérie ou filme para TV
The Hour
Downton Abbey
Cinema Verite
Mildred Pierce
Too Big To Fail

Melhor ator coadjuvante série, minissérie ou filme para TV

Peter Dinklage, Game of Thrones
Paul Giamatti, Too Big To Fail
Guy Pearce, Mildred Pierce
Tim Robbins, Cinema Verite
Eric Stonestreet, Modern Family

Melhor ator minissérie ou filme para TV

Hugh Bonneville, Downton Abbey
Idris Elba, Luther
William Hurt, Too Big to Fail
Bill Nigh, Page Eight
Dominic West, The Hour

Melhor atriz minissérie ou filme para TV

Diane Lane, Cinema Verite
Romola Garai, The Hour
Emily Watson, Appropriate Adult
Kate Winslet, Mildred Pierce
Elizabeth McGovern, Downton Abbey

Ok, que porra é essa? Desculpe o palavreado, mas onde estão as indicações de Breaking Bad na categoria Melhor série de drama, e de Aaron Paul como ator coadjuvante (também por BrBa)? American Horror Story? É sério isso? Eu assisti a metade da temporada e achei legal, mas puta que pariu, tem no mínimo umas dez melhores pra indicar (Mad Men, BrBa, Justified, Sons of Anarchy e até mesmo Dexter com essa temporada fraca...). Essa briga vai ficar entre Game of Thrones e Homeland, qualquer coisa além disso seria uma idiotice ainda maior do que indicar American Horror Story. Boardwalk Empire é ótima, mas essa segunda temporada (que ainda não vi) está sendo muito mal recebida por seu público.

Série cômica, Modern Family leva certo, sem o que discutir. Quanto a ator em série cômica, Johnny Gallecki? Por que ele e não Jim Parsons? São todos loucos...

Ator em drama... Esteve Buscemi e Bryan Cranston são favoritos, e acho que Bryan leva.

Ator coadjuvante eu não arrisco, mas torço por Peter Dinklage, que trouxe o personagem favorito de 9 a cada 10 leitores dos livros de George R.R. Martin para as telas com o mesmo carisma.

Comecei a assistir Mildred Pierce hoje mesmo, e estou achando Kate Winslet espetacular, então acho que ela tem chances.

Enfim, achei uma palhaçada isso tudo. Erraram já nas indicações... estão piores que o Oscar, que pelo menos deixa pra cometer injustiças, geralmente, na premiação.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

One Piece, Dragon Ball, Monster, 20th Century Boys confirmados pela Panini




O ano de 2012 começará com grande estilo e se depender da Panini vai entrar pra história do mercado de mangás no Brasil. A editora continuará investindo pesado no gênero dos quadrinhos japoneses, tanto é que já anuncia suas maiores novidades para o próximo ano: One PieceDragon BallMonsterBlack ButlerMad love Chase e 20th Century Boys.

A primeira novidade será o blockbuster One Piece, que começa a ser publicado já em janeiro. Depois de três anos ausente das bancas brasileiras, o mangá voltará de uma forma pra ninguém botar defeito: mensalmente desde o número 1 e retoma, em paralelo, bimestralmente a coleção toda a partir da edição 36, ponto em que a versão da Conrad foi interrompida. Ambos em tankoubon completo ao preço de R$10,90 o volume.

Além de One Piece, chama a atenção a retomada de outros dois mangás já publicados pela Conrad: Dragon Ball e Monster – este último teve 10 volumes (de 18) lançados pela editora anterior e finalmente sairá de forma completa por aqui.
Além de Monster, outro trabalho do mangaká Naoki Urasawa (que aliás, muitos consideram sua obra máxima) que finalmente chegará é 20th Century Boys. Com 22 volumes, é um seinen publicado originalmente entre 1999 e 2006, aclamado por onde passa – e por aqui não deverá ser diferente, levando em consideração a grande base de fãs que já possui em nosso território.

Em relação à Black Buttler (Kuroshitsuji) era meio óbvio que mais cedo ou mais tarde chegaria por aqui, uma vez que sempre está na lista dos mais vendidos, tanto no Japão quanto nos EUA. Publicado desde outubro de 2006 na antologia Shonen Manga GFantasy, a obra tem até o momento 12 volumes e ainda encontra-se em andamento.
De todos os mangás anunciados pela editora, apenas Mad Love Chasepode ser considerado o mais desconhecido (também, perto de todos os blockbusters aí acima…). Publicado entre 2001 e 2008 na revista Asuka, é um shoujo com apenas 5 volumes.

Em relação à títulos paralisados como Gantz, Ouran e Brave 10, a Panini informa que serão retomados no próximo ano.
Por hora essas são as informações disponibilizadas pela editora. Caso haja alguma novidade, este post será atualizado.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Ação Magazine: Analize/Resenha


Esse final de semana chegou aqui na minha cidade a edição de numero 1 da Ação Magazine, depois de alguns meses de atraso, mas algo é algo possível de se compreender. Para quem ainda não sabe do que se trata a Ação Magazine, aqui vai a explicação.

A Ação Magazine é um almanaque que traz histórias no estilo japonês, ou seja, é uma espécie de Shonen Jump do Brasil, onde temos algumas matérias a respeito de games, livros, entre outros assuntos diversos dentro desse âmbito nerd e otaku.

Assim como os almanaques japoneses a Ação Magazine terá um sistema onde os leitores votarão em suas histórias favoritas, e logo as piores serão eliminadas. Outro detalhe que segue igual aos almanaques japoneses é o fato de que mais adiante nós leitores que escrevemos e desenhamos, poderemos mandar nossas histórias para a ação magazine e consequentemente ser publicada, consistindo então em um sistema giratório de histórias, onde só as melhores segundo o publico seguira sendo publicada.

Nessa primeira edição temos 3 histórias, sendo elas: Madenka, Jairo e Tunado. Todas essas histórias terão uma  analize aqui no blog, mas antes disso trago um resumo muito simples do que se trata cada história.

Madenka!:

É uma história que tem como cenário o Brasil em algum lugar do norte do País. Misturado a esse pano de fundo temos o famoso folclore brasileiro, com sacis, mulas sem cabeça e tudo que o folclore brasileiro tem direito. Nesse ambiente temos Madenka, um garoto que vive em um vilarejo do interior e tem uma vida normal, até que as coisas mudam com o desenrolar da história.







Jairo:

Jairo fala sobre um garoto que almeja ser um consagrado lutador de boxe. Ambientado também no Brasil a história mostra uma variedade maior de personagens coadjuvantes sendo eles amigos e inimigos do personagem principal Jairo. Jairo tende mais para um drama misturado a temas de superação de limites e barreiras impostas pela vida.







Tunado:

Conta a história de Daniel sobrinho de Renato Aragão Sato Kawasaki que recebe de seu tio um carro de presente e entra no mundo do tunning e corridas. A história é uma mistura de aventura e... bom não sei ao certo, mais informações no review que sai ainda essa semana.



A REVISTA

A parte gráfica da revista está ótima, tanto o papel quanto a impressão. O designe gráfico agrada bastante também com fontes interessantes e boa organização dos elementos internos. Uma critica minha fica em relação à fonte usada nas histórias que ficaram a desejar, pois em alguns casos onde há pontos de exclamação perto de letras como "u" não da pra entender muto bem. As acentuações sofrem desse mal também  Espero que isso melhore na segunda edição.

Uma parte que me agradou bastante foi o editorial que ficou muito bem escrito e traça uma ótima analogia do mundo do rock com os mangás. As matérias estão em sua maioria com páginas coloridas e textos que cumprem o papel de informar sobre assuntos recorrentes ao universo nerd/otaku.

A periodicidade parece ser Bimestral, mas não sei ao certo. Falando em segunda edição, é nela que sai mais 3 histórias que parecem ser as mais promissoras, essa segunda edição já foi publicada e já está disponível em São Paulo e regiões próximas, resta esperar que chegue aqui.

Torço muito para o sucesso da Ação Magazine, que essa ideia vingue e cresça e evolua cada vez mais.

Mesmo antes de publicar os Reviews deixo aqui a minha qualificação em relação as histórias

1º JAIRO
2ºMADENKA
3ºTUNADO

Fica aqui as palavras do pessoal da Ação Magazine: Viemos Introduzir o sistema japonês de publicação, através de almanaques regulares com séries sempre novas, a Ação Magazine se propõe a abrir uma nova era no quadrinho comercial brasileiro, e isso só depende de você! A grade de titulos da Ação magazine será movimentada por um ranking dos proprios leitores definindo os títulos de sucesso e os que devem sair, e uma nova série ocupará seu lugar!



Valor: 9,90 R$
Paginás: 160
Periodicidade: Bimestral.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Mangá/Resenha - Deadman Wonderland #2



Volto a analizar mais um volume de DW. Se da primeira vez, fiquei relativamente satisfeito com o mangá, não se pode dizer a mesma coisa deste segundo.

Eu esperava que a história engrenasse de vez, e não foi o que aconteceu. Tirando algumas poucas revelações sobre uma nova área na prisão, e alguns novos personagens, nada demais acontece. Simples assim. Se pegássemos só as páginas de interesse no mangá, teríamos umas cinqüenta, o resto é enrolação.

Mas o pior mesmo são as cenas que causam vergonha alheia, como o fim da luta de Ganta contra Crow. Será que Crow precisava explicar mesmo qual foi a intenção de Ganta, sendo que o desenho nos mostrava isso claramente? Corrija-me se eu estiver errado, mas uma das coisas que diferenciam um livro de uma história em quadrinhos não é justamente a narrativa visual? As ilustrações e o texto devem se completar e não se repetir.

Clique para ampliar:







Mas temos mais momentos de causar vergonha alheia. Lembra que eu falei sobre novos personagens? Pois é, eles até podem ser legais mais pra frente, mas o artifício que o autor usa para apresentá-los, é não - intencionalmente hilário. São quatro quadros, com os nomes de cada um deles, OK. Mas em cada quadro, um deles fala algo que remete diretamente a sua personalidade, exceto pelo velho Hitara, que não fala nada. O problema é que não tem nenhum contexto para eles falarem o que falam. Quando eles apresentam uma personagem, que seria inocente, ela fala isso: “Err Desculpe... Muito prazer... Err... Desculpe.”



É uma abordagem completamente infantil, uma escrita pobre, que poderia combinar com uma história para crianças, mas não combina nem um pouco com uma historia de prisão, onde volta e meia o sangue jorra das páginas. Tem alguns outros momentos desses, mas menores, e a maioria envolvendo piadas que não funcionam como deveriam.

Outro fator que incomoda, são os pretextos para os personagens lutarem. É uma e duas e eles estão se pegando no pau, só que sem um motivo importante o suficiente. Temos o clássico personagem que quer dar porrada pra ver qual é a do personagem principal, a luta organizada pela diretoria da prisão, uma máquina que deveria capturar fugitivos mas ao invés disso parece estar disposta a triturar um prisioneiro que é supostamente importante para os “vilões”.

Enfim, se não fossem pelas últimas 10 páginas, onde algo realmente bacana acontece (onde o desenho complementa o texto de maneira admirável em uma cena específica), nada aqui teria um valor real como história, como trama, e nem mesmo como um apanhado de cenas pelo menos, empolgantes.

Quanto a arte, ao contrário do que normalmente se espera, está inferior ao primeiro volume, mas ainda é legal, com algumas páginas mais bem trabalhadas e as vezes até impressionantes como esse:




Agora vem a hora de falar mal da Panini, o que é uma coisa rara. Ouvi comentários da péssima qualidade física de Sora No Otoshimono e Karin, mas não esperava ver DW#2 tão ruim (fisicamente agora). As páginas estão tão transparentes que é possível enxergar a próxima página sem nenhum esforço. No review do volume 1 um eu falei que comprei o mangá por que Bakuman não tinha chegado aqui onde moro, e pelos comentários da qualidade ruim do papel. Bom, acontece que meu amigo Éd!ner comprou o mangá da JBC e a qualidade do papel está anos luz na frente deste volume de DW. O que que é isso Panini? Que chinelagem é essa? Pessoal que compra mangás, vamos dizer não as histórias impressas em papel higiênico (e nem é Personal Folha Dupla, é daqueles bem vagabundos), assim talvez as editoras comecem a fazer algo de qualidade. E neste ponto, me obrigo a elogiar a L&PM, que entrou no mercado esse mês com dois títulos que já comprei e pretendo fazer reviews em breve, publicados em papel de excelente qualidade, por apenas quatro reais a mais que o principal preço das editoras concorrentes. Quatro reais que paguei a mais com gosto quando vi a edição de Solanin #1.



Finalizando

Curto e grosso: Se DW não melhorar nos próximos dois volumes, vou dropar certo.

Deadman Wonderland Vol. 2
Nº de páginas: 210
Periodicidade: Bimestral
Editora: Panini
Nota: 5,0 (Chorado...)

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Pepsi Nex com figurinhas de One Piece


A empresa de bebidas SUNTORY vai incluir 24 figurinhas exclusivas nas garrafas de refrigerantes da Pepsi Nex de 500 ml no próximo mês no Japão. Cada garrafa de refrigerante vai incluir uma figurinha dos personagens de One Piece em meados de Dezembro por tempo limitado. Os personagens são: Monkey D. Luffy, Tony Tony Chopper, Roronoa Zoro, Sanji, Nami, Nico Robin, Usopp, Franky, Brook, Portgas D. Ace, Shirohige (Barba Branca), Shanks, Aokiji, Kizaru, Akainu, Boa Hancock, Dracule Mihawk, Donquixote Doflamingo, Bartholomew Kuma, Jimbe, Gecko Moria, Sir Crocodile, Kurohige (Barba Negra) e Thousand Sunny.

Em uma campanha semelhante, as garrafas de Pepsi Nex a partir deste mês vão incluir uma coleção com os personagens de Pokémon, Pikachu, Cinccino, Zoroark, Reuniclus, Pansage e outros.

Cavaleiros do Zodíaco - Morre um pilar de Cavaleiros do Zodíaco.




Responsável pelo character design  do anime de Cavaleiros do ZodíacoShingo Araki é provavelmente uma das principais causas do sucesso que a obra alcançou.

Apurando o traço de Masami Kurumada, Araki colaborou para que as histórias dos guerreiros de Athena alcançassem um nível épico, mas ontem, Seiya e seus amigos, tiveram que se despedir dele.

Aos 72 anos, morre Shingo Araki. Já havia algum tempo que sabia-se que ele estava doente, mas poucos detalhes haviam sido divulgados, para então ontem, anunciarem uma nota informando de seu falecimento.

Sua morte é uma grande perda para o mundo da animação. Araki também havia colaborado em diversos outros projetos importantes, como Rosa de VersalhesCutey HoneyBabel II e Angel a Menina das Flores, entre outros.

Fica aqui nossa homenagem a esse grande homem.
Vamos sentir a sua falta...

Shingo Araki
01-01-1939*
30-11-2011†


domingo, 4 de dezembro de 2011

Grey's Anatomy 08x03 / 08x09





Grey’s Anatomy entrou em hiato. Só em janeiro para termos mais. Há alguns meses escrevi uma postagem sobre os dois primeiros episódios dessa oitava temporada, e deixei claro que tinham me agradado bastante, chegando a parecer com o bom e velho Grey’s que amamos.

Bom, estamos no episódio 09 da temporada, e tenho o prazer de dizer que a série está voltando aos eixos depois da sétima temporada cheia de altos e baixos. Cada episódio é individualmente bom, como costumavam ser lá na 1ª, 2ª e 3ª. Temos personagens voltando a cena, como a mãe de George O’Malley aparecendo em um episódio, o que serviu como um ótimo pretexto para trazer uma nostalgia maravilhosa, e relembrar meu antigo personagem favorito da série.

Vocês se lembram dos antigos episódios no meio da temporada que nos deixavam roendo as unhas, a beira de um colapso? Pois é, eles voltaram. O episódio 08x09 é a primeira parte de algo grandioso dentro da série. Acontece que é o último que sai até o dia 05 de Janeiro. Sacanagem Shonda Rhymes! Fazer a gente esperar dois meses para conferirmos o desfecho de tudo aquilo? O que aconteceu com Henry não era exatamente inesperado, mas não tem como não ficar pelo menos um pouco chocado, e então o episódio acaba com uma cena que lembra muito aqueles finais de episódios como “It’s the End of the World”, ou “Deterioration of the Fight or Flight Response”, na segunda temporada. Mesmo assim, muita coisa aconteceu entre os episódios 02 e 09.

O humor da série está afiado, os personagens estão se encontrando. Eu disse da última vez , que Patrick Dempsey não quer renovar seu contrato depois desta temporada. E até achava que isso seria bom, pois poderia fazer com que a série acabasse. Não me entendam mal, é uma das minhas séries favoritas, mas é melhor que acabe bem do que continue decaindo. Acontece que com a qualidade que esta temporada está demonstrando, vai ser uma pena perdermos Derek Shepherd. Se a série não sair do ar, vamos torcer para Dempsey mudar de idéia.

Enfim, estou contando os dias para o próximo episódio. Fico imaginando o que a Shonda tem reservado para o Season Finale. Se o episódio de meia temporada já está arrasando, imagina o último. Grey’s Anatomy tem tradição em finais de temporada arrebatadores. Aliás, se fôssemos fazer um “Top 10 Season Finale” (boa idéia para uma postagem futura...), a série teria umas três ou quatro posições garantidas.

Mas para finalizar a postagem, só tenho a dizer: Ahh Grey’s... é bom ter você de volta!

Postagem também presente no blog Eurién.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

L&PM lança seu selo de mangás.



Olá pessoal, venho dar uma notícia que pode estar meio velha a essa altura, para aqueles que acompanham a indústria de quadrinhos ou mangás e animes. Trata-se da notícia de que a editora gaúcha L&PM vai finalmente lançar mangás em seu selo Pocket.

Há um bom tempo havia o rumor, mas nesta segunda veio a confirmação por meio de um vídeo postado no canal da editora, vídeo que pode ser conferido no link.

E bom, parece que a editora começou com o é direito. No vídeo nota-se que o acabamento dos mangás estão excelentes e que não há vestígios do papel jornal habitual. Papel branquinho, bonitinho, como manda o figurino.

O preço está em R$15,00, o que a meu ver é justo em decorrência da qualidade superior a das demais editoras. Além disso, os dois títulos iniciais são obras excelentes, de renome internacional.

Histórias de Menino, do autor Mitsuru Adachi, famoso por suas histórias de pureza e delicadeza únicas, conta várias histórias curtinhas e emocionantes, principalmente sobre a nostalgia de quando se era criança. E Solanin, de Inio Asano, série em dois volumes que conta a história de um casal de namorados, com seus questionamentos e dificuldades. Essa última aliás me interessou muito, vou comprar com toda a certeza do mundo, por isso espere pra ler uma resenha caprichada em breve aqui no Caldeirão Furado.

Bom, é isso. Boa sorte a L&PM, tomara que venha através da editora, cada vez mais mangás diferenciados como estes. Só me resta saber se esses mangás vão ser vendidos em livrarias, nas bancas ou apenas em feiras e pela internet. Tomara que chegue as bancas sem nenhum problema, é esperar pra ver. Assim que eu tiver uma notícia sobre isso, posto aqui. Fui.

domingo, 20 de novembro de 2011

Hell on Wheels 1x01 e 1x02 – Review



Hell on Wheels é a mais nova aposta da AMC, emissora que é a casa de algumas das séries de maior sucesso atualmente, além de geralmente serem de ótima qualidade, como Breaking Bad, Mad Men e The Walking Dead (essa última anda meio fraquinha...).

HoW me chamou a atenção por ser uma série de época, por conter os temas vingança e ganância, além de ser da AMC por si só, já que é certeza de uma boa produção.

Queria escrever esse review quando saiu o primeiro episódio, mas resolvi esperar para ter uma opinião mais formada a respeito da série. E acho que eu fiz certo, já que no segundo episódio as coisas começam a fluir melhor e os personagens a se desenvolver.

Logo no início do primeiro episódio, é possivel notar a bela fotografia empregada, que caracteriza bem o clima pesado da história e das locações. Hell on Wheels fala da construção da ferrovia Pacific Railroad, chamada de Hell on Wheels pelos trabalhadores, que passa bem no meio de território indígena, o que ocasiona constantes conflitos entre os índios e os trabalhadores. Mas claro, a construção da ferrovia é apenas o pano de fundo para a história de Cullen Bohannon, um ex-soldado confederado que está em busca de vingança pela morte da esposa. Além dele, existem outros personagens importantes, como Thomas Durant, um dos personagens mais legais até agora, manipulador, ganancioso e muito intelignte. Elam, ex-escravo que percebe que a vida como homem livre não é muito melhor. Lily Bell, a mulher que está fugindo dos índios depois da morte do marido. No segundo episódio surge outro personagem muito bom, o “sueco”, excelentemente interpretado por Cristopher Heyerdahl.

Técnicamente falando, a série é ótima. Além da já falada fotografia, a direção e o roteiro são ótimos e as interpretações quase sempre excelentes. Apenas uma cena ficou devendo na minha opinião, no primeiro episódio, a cena onde Lily e seu marido lutam contra um índio. É arrastada e a montagem é estranha. A trilha também não funciona nessa parte, que ficou simplesmente tosca. Mas é só uma cena, nada que estrague a experiência, que nestes dois primeiros episódios é muito agradável. Se fosse dar uma nota para os episódios, daria um 8,0 para o primeiro e um 9,5 para o segundo. O que conta, é que a série já me prendeu e estou ansioso pelos próximos episódios. Ao que tudo indica, a AMC acertou denovo. Só estou na dúvida de o quanto esta série pode se extender, tendo uma premissa que parece que vai se cumprir a curto prazo. Mas, também me perguntava isso sobre Prison Break, e esta rendeu quatro excelentes temporadas. É esperar pra ver.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

The voices of a distant star - Review


A alguns meses comprei um One-shot na livraria que me chamou muito a atenção pela pequena sinopse "Muitos anos-luz separam um casal de amigos. Para continuarem próximos eles trocam mensagens pelo universo" essa é a premissa pela qual a história de The voices os a distant star gira, a tradução literal do titulo seria "As vozes de uma estrela distante" e digo que não me arrependo.

História


The voices os a distant star é um mangá volume único baseado em uma animação japonesa de mesmo nome escrita e animada por Makoto Shinkai, que se tornou famoso por ter feito a animação sozinho, isso mesmo, ele fez o anime longa metragem sem uma equipe ou produtora, e diga-se de passagem e o resultado foi muito bom.

O mangá conta a história de uma casal de amigos que se separam após Mikako Nagamine que é a garota, partir em uma viagem espacial para um planeta distante habitado por Tahcians que são um tipo de alienígenas primitivos. Noboru que o garoto fica na terra e continua levando sua vida normal, alias a história se passa no ano de 2046. Separados ambos guardam um amor não declarado um pelo outro e continuam se comunicando por mensagens eletrônicas enviadas através do espaço. Conforme Mikako vai se distanciando mais e mais da terra as mensagens começam a levar mais tempo para chegar e isso os vai afastando consequentemente.

Noboru descide então continuar a sua vida e tenta se relacionar com outras garotas para esquecer o seu amor que jaz tão distante. Em contrapartida Mikako enfrenta crises, medos e até traumas ao ver colegas de missão sendo mortos pelos tais alienígenas. Mesmo separados o amor dos dois permanece porém chega a um ponto que cada mensagem começa a levar cerca de um ano para chegar a terra, e assim aumentando o tempo gradativamente. Noboru já não sabe se deve esperar a "amiga" pela qual ele é apaixonado, pois a distancia é tão grande que talvez nunca mais se vejam ou consigam se falar.

Bom como essa história termina fica a critério de quem ler, mas o fim ficou muito bom na minha opinião. A história em geral tem uma premissa muito original, mesclando o clima de romance com um mundo em um futuro não exagerado unido a dramas crises e questionamentos sobre diversos ângulos e aspectos. O clima no mangá é bem bucólico e triste, sempre levantando perguntas sobre sentimentos e correspondência amorosa, porém de uma forma leve e agradável. Quero deixar claro que a relação dos dois apesar de ser situada em uma fantasia é extremamente real e humana. É difícil ver histórias que retratem com tanta verdade e humanidade a relação de duas pessoas tímidas que perderam a oportunidade de ficarem juntos.

Arte do mangá


O mangá vem com a proposta de levar a história do anime para as páginas sob os desenhos de Mizu Sahara que são competentes, mas na minha opinião genéricos no quesito designe de personagens, isso por que ao ler o mangá várias vezes me perdi, pois não sabia diferenciar alguns personagens. os cenários são simples, mas combinam bem com o clima que a história deseja passar. Apesar de escacez de detalhes nos cenários fica claro que a proposta do mangá não é ser quadro realista, pois o mangá se concentra na história e no drama vívido pelos personagens.

Para mim a arte do mangá me passou a impressão de que tudo aquilo era uma espécie de lembrança sendo mostrada ao leitor, pois quando temos lembranças elas se apresentam como imagens escassas de detalhes com partes brancas nos cantos. Claro isso no mangá, pois no anime tudo é nítido e claro. Para finalizar a capa do volume assim como as capas internas apresentam desenhos pintados em aquarela que passa a mesma sensação de leveza, simplicidade e tranquilidade da arte em geral.

Edição Brasileira


A capa do mangá é a mesma da original japonesa, a parte interna tem os desenhos também correspondentes nas edições japonessa e americana. No mangá publicado noa EUA as páginas iniciais são coloridas, já a nossa edição não teve esse tratamento especial, o que é uma pena, pois por ser um volume unico e ter pinturas em aquarela fica a sensação de que ficou faltando algo. A tradução está muito boa, assim como as adaptações na grafia interna do mangá. O papel é o habitual encontrado nos mangás da panini. O indice do mangá na minha opinião ficou muito simples e deixa a desejar. No geral a edição da panini ficou dentro da média devido ao valor e ao numero de páginas.

Considerações Finais


Recomendo The Voices os a Distant Star por ser uma leitura diferenciada, agradável e que adiciona bastante ao psicológico de quem lê, alem de conseguir ir criando uma expectativa para ao leitor a cada capítulo. Fique ai com o prologo do mangá para incentivar a sua leitura.


Eu tenho saudade de várias coisas.


Das nuvens de verão e da chuva gelada.


Do aroma do vento de outono e da maciez da terra na primavera.


Da sensação de conforto ao encontrar uma loja de conveniência aberta no meio da noite.


Do ar fresco no caminho de volta para casa depois da aula.


Do cheiro do apagador do quadro negro.


Eu sempre quis compartilhas essas sensações com você.


The Voices of a Distant Star

Volume único

Valor: R$ 10.90

242 Páginas

Nota: 9

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Falling Skies renovada para 2ª temporada


Falling Skies acaba de ser renovada para a segunda temporada, segundo anúncio do canal TNT e notícia doTVGuide. A nova temporada terá 10 episódios a serem exibidos no próximo verão americano.
Falling Skies é uma série excelente, desde sua história ambiciosa,  elenco e equipe de produção de alto padrão até seu fenomenal sucesso internacional,” disse o chefe de programação da TNT, Michael Wright, em comunicado. “Estamos alcançando novas audiências com Falling Skies e querendo saber onde essa fascinante e excitante série nos levará.”
A série de uma hora, de Steven Spielberg, conta com Noah Wyle interpretando um professor de história que ajuda um exército de resistência a proteger sobreviventes no surgimento de um ataque alienígena.
Falling Skies se tornou a melhor estreia de TV a cabo quando estreou com 5,9 milhões de telespectadores. A série mantém uma média de 5 milhões de telespectadores.

Naruto Capa do Volume 58

E ai pessoal trazendo aqui a capa do volume 58 do mangá Naruto que deve ser laçado no japão no dia 04/11/2011 e abrange do capítulo 545 ao 554 do mangá.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O Mito de Arata Vol. 1 – Resenha





Este mês estreou outro mangá Shounen pela Panini, O Mito de Arata, da autora de Shoujos Yuu Watase. Nunca li nenhum outro título da autora, mas sei que este é o seu primeiro shounen de ação e aventura.

Neste primeiro volume o que se pode dizer é que a história é bem batida. Arata é um jovem de um mundo bem diferente do nosso, onde magia e o convívio com deuses são coisas normais. Ele tem que se passar por mulher em uma cerimônia para ajudar a sua avó e seu clã. Mas as coisas dão errado e ele acaba sendo acusado de assassinato. Durante sua fuga, ele acaba entrando em uma floresta e vindo parar no Japão atual. Enquanto isso, Arata Hinohara é um garoto japonês com alguns problemas. Pra começar ele sempre sofreu bullying na escola, e acabou até mesmo desenvolvendo uma depressão por conta disso. Hinohara tem esperança de recomeçar em uma nova escola, e a princípio tudo vai bem, até um de seus antigos colegas aparecer na escola e acabar novamente com a vida do rapaz. Se sentindo traído por um de seus novos amigos, Hinohara diz que gostaria de desaparecer. Nesse momento, ele é mandado para o mundo
do outro Arata, onde vários perigos o aguardam.

Neste primeiro volume, a autora conduz a trama de uma forma muito clichê. Diálogos, situações e personagens que remetem não só aos clichês de fantasia, mas também a alguns clichês “nipônicos” mesmo, como reações exageradas e situações comuns em mangás de comédia (como cair em um local cheio de garotas nuas e levar muita porrada por causa disso). É fácil garantir que o melhor capítulo é o segundo, onde o Arata do mundo real tem que enfrentar vários problemas na escola, e somos apresentados a parte do seu passado.

O humor também é muito familiar a quem assiste muitos animes e lê muitos mangás. Mesmo assim, algumas situações são muito engraçadas. Outra coisa que incomoda é a forma como todo acontece nos momentos em que mais se espera. Se um personagem se pergunta para que serve um artefato, automaticamente, no próximo quadrinho essa pergunta é respondida, ou então quando um personagem tem que se defender, na hora “H” surge uma arma especial mega-poderosa, ou até mesmo uma parte em que os personagens estão cercados, e na hora passa um grupo de peregrinos vestidos todos iguais, prontinhos para deixar os protagonistas se passarem por um deles. De vez em quando tudo bem este tipo de coisa acontecer, mas em O Mito de Arata a freqüência deste tipo de situação é muito grande.

Bom, depois de tacar o pau indiscriminadamente, vamos aos pontos positivos, por que eles existem sim.

A arte, apesar de irregular, é bonita. O traço suave de Yuu Watase remete diretamente aos shoujos, mas com uma boa simplificada. Não temos por exemplo, um quadro realmente marcante neste volume. Além disso, algumas passagens são um pouco confusas devido a própria narrativa visual, mas nada que não possa ser contornado. No quesito design de personagens, nota-se um capricho nas personagens femininas, nos lembrando mais uma vez que estamos lendo um mangá de uma autora de shoujos. Dos personagens masculinos, o Arata Hinohara é o meu preferido. Achei o desenho dele bem mais legal do que o do outro (apesar de serem iguais, só muda o cabelo e as roupas).

Além disso, temos como ponto positivo algumas passagens de humor, como já dito, e também alguns paralelos que Hinohara traça, como quando ele diz que humanos traem e são egoístas em qualquer mundo. Isso pode ser muito bem utilizado nos próximos volumes pela autora. Não seria legal se o Arata preso no nosso mundo passasse por situações complicadas, mesmo sem a existência da guerra e da violência presente diretamente na vida do outro Arata? Aliás, acho que provavelmente a autora vai usar isso, já que o Arata que está no Japão vai freqüentar a escola passar por tudo que o outro passava.

Um outro ponto que me incomodou foi o fato de que as pessoas que conviviam com seus respectivos Aratas não notam que seus cabelos estão de tamanhos diferentes e até de
outra cor! Apenas dizem que ele deve ter perdido a memória ou enlouquecido.

Agora, quanto ao trabalho de tradução da Panini, nota dez para a tradutora Karen Kazumi. Os honoríficos estão todos lá e os diálogos ficaram muito fluídos. Quanto ao acabamento, nada além do normal, formato grande, como o do Naruto normal (não o Pocket), capa interna colorida e papel mais ou menos. Mesmo sem páginas coloridas, o preço ficou em R$10,90. De extras, algumas tirinhas ( engraçadas, faz tempo que eu não via tirinhas extras realmente engraçadas) feitas pelas assistentes de Watase.

Mesmo com todos os problemas, Arata tem potencial, restando saber se a autora soube aproveitá-los nos próximos volumes. O mundo de fantasia tem alguns cenários interessantes, mas acho que vai precisar dar uma melhorada boa nos desenhos para os próximos volumes para convencerem como algo original, algo que em nenhum momento até agora, O Mito de Arata foi. No entanto, a leitura é fluída e despretensiosa, servindo bem como um passatempo. Mas espero que no futuro essa história me traga mais do que isso.

O Mito de Arata – Vol. 1
Páginas: 210
Editora: Panini
Periodicidade: Bimestral
Nota: 6,0

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Rockstar anuncia "GTA V"; primeiro trailer sai em 02/11



De surpresa, a Rockstar anunciou oficialmente "Grand Theft Auto V", novo episódio da popular série de ação em que o jogador encarna um criminoso.
A revelação veio por meio da página oficial da empresa, que foi totalmente substituída pelo logo do game e a inscrição "Trailer" com a data de 2 de novembro ao lado. Fora isso, nenhuma informação mais sobre o jogo foi divulgada, nem mesmo as plataformas que o receberão.
Rumores sobre o aguardado novo episódio rondam há tempos. Em julho do ano passado, o site videogaming247 revelou que Los Angeles poderia ser a cidade que serviria de cenário para "Grand Theft Auto V", e, à época, a Rockstar Games respondeu que não faria um pronunciamento oficial sobre "rumores ou especulações".
Fonte: UOL Jogos.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Uma Homenagem a Harry Potter + Resenha Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2


No longínquo 2001 eu estava na sexta série, e tinha um colega que vivia falando de um livro maravilhoso que ele havia lido. Tratava-se de Harry Potter e a Pedra Filosofal. Como este colega tinha certo crédito (o cara era/é inteligente pacas), criei grandes expectativas para a adaptação cinematográfica que sairia no fim do ano.

Bastou assistir ao filme de Chris Columbus para ficar enlouquecido. Pode parecer exagero, mas aquilo foi um marco na minha vida (assim como algumas outras obras dos mangás, cinema Etc. mas HP é a minha preferida) . As eras se dividiram em Pré HP/Pós HP. Isso por que eu cresci lendo essa série, e como milhões de crianças e adolescentes, envelheci junto com os personagens, amadureci com eles.

Hoje em dia, pegar o primeiro livro para ler traz um certo estranhamento. A escrita de Rowling era bem mais simples e a história mais infantil. Mas quando lemos a partir do quarto, esse estranhamento desaparece. É o volume onde tudo fica mais sombrio e adulto. E segue assim até o fim.

Existem muitos pontos a se chamar a atenção quando o assunto e HP. Mas para mim, a maior realização de J.K. Rowling foi criar um
mundo absurdamente criativo, e povoá-lo com... sei lá, talvez uma centena de personagens adoráveis, ou que adoramos odiar. Todos os coadjuvantes são incrivelmente carismáticos, tanto que o próprio Harry fica meio esquecido no meio deles. É muito raro uma pessoa dizer que seu personagem favorito é o Harry.



Muitos dizem que o valor literário da série é nulo. Pseudo-Cults, leitores de livros clássicos que não aceitam que nada novo seja também excelente. Os clássicos são clássicos por um motivo, eu entendo, mas nada impede que uma obra nova se firme como um clássico. Harry Potter é uma obra que vai ser lembrada e lida daqui a cinqüenta anos (se a humanidade chegar até lá). Se você não leu ainda, ou não conhece os filmes (se é que existe alguém que não tenha visto pelo menos um filme...), e alguém chegar pra você e disser que é puro hype, que os livros não são lá essas coisas, não acredite! Leia e tire as suas conclusões, não seja como alguns que criticam sem conhecer nem mesmo o mínimo. Para os Pseudo-Cults, saibam que O Senhor dos Anéis foi muito mal falado pela crítica da época, e hoje é considerado a maior obra de fantasia do século passado.

Deixe-se levar por essa história. Mesmo que o furor esteja acabando agora depois do lançamento do último filme, a obra vai continuar excelente como sempre. A leitura da série é hipnotizante. Nunca antes nenhum livro me prendeu tanto quanto qualquer um da série.

Aqui deixo algumas das minhas preferências pessoais sobre a série. Quem estiver lendo, esta postagem, deixe também as suas preferências nos comentários.

Personagem Favorito: Luna Lovegood (que quase não aparece nos filmes :/)

Livro Favorito: Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Filme Favorito: Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2


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Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 – Resenha



Finalmente chegou ao fim a saga de mais de dez anos de Harry Potter no cinema. O gosto é agridoce... Acabou... É difícil acreditar. É um dejá vu de quando acabei o último livro, uma sensação de vazio. Quando li As Relíquias da Morte, essa sensação veio junto com uma imensa satisfação pela forma espetacular com que J. K. Rowling terminou a história. E agora, esse sentimento se repete também com o excelente desfecho cinematográfico.

Tecnicamente Falando...

Simplesmente não há o que reclamar da parte técnica do filme.

A trilha sonora é um espetáculo, a melhor até aqui, unindo algumas das já clássicas músicas de John Williams com composições novas maravilhosas e muito bem utilizadas no filme.

A fotografia segue o padrão do último filme, ou seja, escuro pra caramba. Dark mesmo. Mas ainda assim muito bonito.

David Yates manda bem na direção, construindo planos belos, que eu não esperava ver.

E é claro, os efeitos especiais estão magníficos. A maioria das criaturas do filme estão absolutamente convincentes, e os duelos são espetáculos a parte.

Vale lembra o sempre ótimo desenho de produção, que deixa os cenários lindos para depois serem destruídos.

Opiniões Gerais

O que muitos fãs querem saber quando não viram, e meter o pau depois de assistirem? A fidelidade para com os livros. Não o filme não é muito fiel. Muita coisa foi mudada em prol da pirotecnia e algumas coisas foram acrescentadas. Cortes? Não me lembro de nada importante que não tenha sido colocado. Não mostra o Harry reparando a varinha de pena de fênix, mas que eu me lembre é só isso.

As mudanças não foram de forma alguma ruins. Claro, aquela batalha final movimentada e cheia de explosões é muito estranha para os fãs, mas rende um espetáculo visual de primeira. A cena do ataque dos comensais ao escudo de Hogwarts é uma bela homenagem as épicas batalhas medievais. No filme, alguns dos coadjuvantes ganham um destaque a mais na batalha de Hogwarts, como Simas Finnigan, que vivia explodindo as coisas nos filmes anteriores, agora é incumbido de detonar Hogwarts se for preciso. A grande participação de Neville na destruição das Horcruxes é bem mais legal no livro, mas está presente também no filme. Além disso, sobra bastante espaço para o humor no meio de todo o sofrimento e da destruição que toma conta da escola.



As atuações estão muito boas. O trio principal evoluiu muito com o passar dos anos. Claro, ainda falta muito para serem grandes atores, mas estão muito bem. Os veteranos como Michael Gambon e Maggie Smith entre outros continuam ótimos como sempre. Gary Oldman faz uma pequena ponta em uma cena e nem me lembro se ele fala alguma coisa. Dos outros jovens, o que mais chama a atenção é Mathew Lewis, como Neville Longbotton, que tem uma participação maior nesse filme e realmente demonstra a mudança ocorrida com o personagem nesse último ano. Para falar de Alan Rickman, começo um novo parágrafo.




Se há um destaque supremo no quesito atuações, é Alan Rickman, como Severo Snape. Todas as suas cenas nesse filme são de tirar o fôlego. Claro, ele é o personagem mais “favorecido” pelo roteiro, com as cenas mais difíceis, e as tira de letra. Não tem como não se emocionar nas cenas (SPOILLERRRRRRRRRR!!!!! Pule para o próximo parágrafo se não assistiu o filme ou não leu o livro. São os maiores Spoillers da série, e talvez as melhores passagens dela. Ah, vai ler assim mesmo? Não diga que eu não avisei) de sua morte – muito bem filmada, diga-se de passagem - , o seu flashback ou até mesmo na luta com a professora McGonagall, onde ele não pode atacar, mas também não pode demonstrar isso. É impressionante ver como um ator consegue trazer um carisma tão grande ao seu personagem depois de causar tanta antipatia nos filmes anteriores. Depois dessa, sou fã declarado.




O fim do filme, os 19 Anos Depois, não gostei muito pelo fato de os próprios atores jovens fazerem os personagens coroas já. Mas, por outro lado, usar outros atores poderia ser catastrófico.

Ah... acabou. Você que é fã, faça como eu, chore o filme inteiro. Você que não é, que só acompanhou os filmes, faça isso também! Se você não conhece, não devia nem estar lendo a resenha do último filme! Vá assistir o primeiro filme ou ler o primeiro livro! Acabou... Mas a série de J. K. Rowling estará para sempre imortalizada nos nossos coraçõezinhos!


*Nossa, que frase mais brega essa última!

** Mas é verdade!

*** S2

Nota: 9,0

Postagem disponível também no blog Eurién!