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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Rockstar anuncia "GTA V"; primeiro trailer sai em 02/11



De surpresa, a Rockstar anunciou oficialmente "Grand Theft Auto V", novo episódio da popular série de ação em que o jogador encarna um criminoso.
A revelação veio por meio da página oficial da empresa, que foi totalmente substituída pelo logo do game e a inscrição "Trailer" com a data de 2 de novembro ao lado. Fora isso, nenhuma informação mais sobre o jogo foi divulgada, nem mesmo as plataformas que o receberão.
Rumores sobre o aguardado novo episódio rondam há tempos. Em julho do ano passado, o site videogaming247 revelou que Los Angeles poderia ser a cidade que serviria de cenário para "Grand Theft Auto V", e, à época, a Rockstar Games respondeu que não faria um pronunciamento oficial sobre "rumores ou especulações".
Fonte: UOL Jogos.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Uma Homenagem a Harry Potter + Resenha Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2


No longínquo 2001 eu estava na sexta série, e tinha um colega que vivia falando de um livro maravilhoso que ele havia lido. Tratava-se de Harry Potter e a Pedra Filosofal. Como este colega tinha certo crédito (o cara era/é inteligente pacas), criei grandes expectativas para a adaptação cinematográfica que sairia no fim do ano.

Bastou assistir ao filme de Chris Columbus para ficar enlouquecido. Pode parecer exagero, mas aquilo foi um marco na minha vida (assim como algumas outras obras dos mangás, cinema Etc. mas HP é a minha preferida) . As eras se dividiram em Pré HP/Pós HP. Isso por que eu cresci lendo essa série, e como milhões de crianças e adolescentes, envelheci junto com os personagens, amadureci com eles.

Hoje em dia, pegar o primeiro livro para ler traz um certo estranhamento. A escrita de Rowling era bem mais simples e a história mais infantil. Mas quando lemos a partir do quarto, esse estranhamento desaparece. É o volume onde tudo fica mais sombrio e adulto. E segue assim até o fim.

Existem muitos pontos a se chamar a atenção quando o assunto e HP. Mas para mim, a maior realização de J.K. Rowling foi criar um
mundo absurdamente criativo, e povoá-lo com... sei lá, talvez uma centena de personagens adoráveis, ou que adoramos odiar. Todos os coadjuvantes são incrivelmente carismáticos, tanto que o próprio Harry fica meio esquecido no meio deles. É muito raro uma pessoa dizer que seu personagem favorito é o Harry.



Muitos dizem que o valor literário da série é nulo. Pseudo-Cults, leitores de livros clássicos que não aceitam que nada novo seja também excelente. Os clássicos são clássicos por um motivo, eu entendo, mas nada impede que uma obra nova se firme como um clássico. Harry Potter é uma obra que vai ser lembrada e lida daqui a cinqüenta anos (se a humanidade chegar até lá). Se você não leu ainda, ou não conhece os filmes (se é que existe alguém que não tenha visto pelo menos um filme...), e alguém chegar pra você e disser que é puro hype, que os livros não são lá essas coisas, não acredite! Leia e tire as suas conclusões, não seja como alguns que criticam sem conhecer nem mesmo o mínimo. Para os Pseudo-Cults, saibam que O Senhor dos Anéis foi muito mal falado pela crítica da época, e hoje é considerado a maior obra de fantasia do século passado.

Deixe-se levar por essa história. Mesmo que o furor esteja acabando agora depois do lançamento do último filme, a obra vai continuar excelente como sempre. A leitura da série é hipnotizante. Nunca antes nenhum livro me prendeu tanto quanto qualquer um da série.

Aqui deixo algumas das minhas preferências pessoais sobre a série. Quem estiver lendo, esta postagem, deixe também as suas preferências nos comentários.

Personagem Favorito: Luna Lovegood (que quase não aparece nos filmes :/)

Livro Favorito: Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Filme Favorito: Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2


+

Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 – Resenha



Finalmente chegou ao fim a saga de mais de dez anos de Harry Potter no cinema. O gosto é agridoce... Acabou... É difícil acreditar. É um dejá vu de quando acabei o último livro, uma sensação de vazio. Quando li As Relíquias da Morte, essa sensação veio junto com uma imensa satisfação pela forma espetacular com que J. K. Rowling terminou a história. E agora, esse sentimento se repete também com o excelente desfecho cinematográfico.

Tecnicamente Falando...

Simplesmente não há o que reclamar da parte técnica do filme.

A trilha sonora é um espetáculo, a melhor até aqui, unindo algumas das já clássicas músicas de John Williams com composições novas maravilhosas e muito bem utilizadas no filme.

A fotografia segue o padrão do último filme, ou seja, escuro pra caramba. Dark mesmo. Mas ainda assim muito bonito.

David Yates manda bem na direção, construindo planos belos, que eu não esperava ver.

E é claro, os efeitos especiais estão magníficos. A maioria das criaturas do filme estão absolutamente convincentes, e os duelos são espetáculos a parte.

Vale lembra o sempre ótimo desenho de produção, que deixa os cenários lindos para depois serem destruídos.

Opiniões Gerais

O que muitos fãs querem saber quando não viram, e meter o pau depois de assistirem? A fidelidade para com os livros. Não o filme não é muito fiel. Muita coisa foi mudada em prol da pirotecnia e algumas coisas foram acrescentadas. Cortes? Não me lembro de nada importante que não tenha sido colocado. Não mostra o Harry reparando a varinha de pena de fênix, mas que eu me lembre é só isso.

As mudanças não foram de forma alguma ruins. Claro, aquela batalha final movimentada e cheia de explosões é muito estranha para os fãs, mas rende um espetáculo visual de primeira. A cena do ataque dos comensais ao escudo de Hogwarts é uma bela homenagem as épicas batalhas medievais. No filme, alguns dos coadjuvantes ganham um destaque a mais na batalha de Hogwarts, como Simas Finnigan, que vivia explodindo as coisas nos filmes anteriores, agora é incumbido de detonar Hogwarts se for preciso. A grande participação de Neville na destruição das Horcruxes é bem mais legal no livro, mas está presente também no filme. Além disso, sobra bastante espaço para o humor no meio de todo o sofrimento e da destruição que toma conta da escola.



As atuações estão muito boas. O trio principal evoluiu muito com o passar dos anos. Claro, ainda falta muito para serem grandes atores, mas estão muito bem. Os veteranos como Michael Gambon e Maggie Smith entre outros continuam ótimos como sempre. Gary Oldman faz uma pequena ponta em uma cena e nem me lembro se ele fala alguma coisa. Dos outros jovens, o que mais chama a atenção é Mathew Lewis, como Neville Longbotton, que tem uma participação maior nesse filme e realmente demonstra a mudança ocorrida com o personagem nesse último ano. Para falar de Alan Rickman, começo um novo parágrafo.




Se há um destaque supremo no quesito atuações, é Alan Rickman, como Severo Snape. Todas as suas cenas nesse filme são de tirar o fôlego. Claro, ele é o personagem mais “favorecido” pelo roteiro, com as cenas mais difíceis, e as tira de letra. Não tem como não se emocionar nas cenas (SPOILLERRRRRRRRRR!!!!! Pule para o próximo parágrafo se não assistiu o filme ou não leu o livro. São os maiores Spoillers da série, e talvez as melhores passagens dela. Ah, vai ler assim mesmo? Não diga que eu não avisei) de sua morte – muito bem filmada, diga-se de passagem - , o seu flashback ou até mesmo na luta com a professora McGonagall, onde ele não pode atacar, mas também não pode demonstrar isso. É impressionante ver como um ator consegue trazer um carisma tão grande ao seu personagem depois de causar tanta antipatia nos filmes anteriores. Depois dessa, sou fã declarado.




O fim do filme, os 19 Anos Depois, não gostei muito pelo fato de os próprios atores jovens fazerem os personagens coroas já. Mas, por outro lado, usar outros atores poderia ser catastrófico.

Ah... acabou. Você que é fã, faça como eu, chore o filme inteiro. Você que não é, que só acompanhou os filmes, faça isso também! Se você não conhece, não devia nem estar lendo a resenha do último filme! Vá assistir o primeiro filme ou ler o primeiro livro! Acabou... Mas a série de J. K. Rowling estará para sempre imortalizada nos nossos coraçõezinhos!


*Nossa, que frase mais brega essa última!

** Mas é verdade!

*** S2

Nota: 9,0

Postagem disponível também no blog Eurién!

sábado, 22 de outubro de 2011

Naruto Mangá Capítulo 560 - Review

Bom finalmente chegamos ao capítulo 560 do mangá do galego herói da vila oculta da folha: Naruto. Vamos então ao tão esperado aparecimento de Madara e o que ele tem a dizer sobre tudo que esta acontecendo.

Naruto Capítulo 560


Eu na verdade estava muito ansioso para ler esse capítulo do mangá, pois o gancho do capítulo anterior é simplesmente fodástico. Também estava com medo de o tio Kishimoto nos enrolar e não acontecer nada de mais.

Desenrolar da história


A principio essa saga da guerra ninja começou muito bem, mas teve seus pontos baixos em alguns capítulos que não agradaram muito os leitores, porém no geral é muito boa. Claro é natural que a ansiedade de ver batalhas épicas e revelações de peso atrapalhem na hora de acompanhar uma vez por semana o desenvolvimento necessário para a trama. Porém esses capítulos foram ótimos, além de abrir mais perguntas a parte da batalhas ficaram fluidas e inteligentes.

Nesse capítulo o Madara real fala várias coisas que parecem ter algum tipo de sentido quando mais coisas forem reveladas, além de descer a porrada em todo mundo com a maior dos estilos ao modo Uchiha de ser, e depois o mais fodástico de tudo, o Madara despertou o Rinengan que na verdade é a ultima evolução do Sharingan que se passa a chamar Rinengan então. No final do capítulo após Madara mostrar sua diferença de poder gritante, ele invoca um gigantesco meteoro que está prestes a se chocar no campo de batalha, como a turma de ninjas escapará desta?

Arte do Mangá


Eu não canso de tecer elogios a parte artística do mangá de Kishimoto, os desenhos estão excelentes, com fundos muito bem colocados e o traçado que evoluiu com os anos e continua a evoluir de maneira fantástica, o designe de personagens é muito original carregado de estilo, mas ao mesmo tempo não tendo que apelar para o exagero.

Resta esperar até quarta feira para ver o que o capítulo vai nos mostrar, não tenho a minima ideia do que vai acontecer daqui para a frente


Ponto alto do capítulo: Tudo está ótimo!

Ponto baixo: Ansiedade para ler mais, mas isso na verdade é uma coisa boa uashuahsuahs

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Naruto Mangá Capítulo 559 - Review

Andei meio sumido, não coloquei nada do capítulo 558 e nem do 559 por dois motivos. Primeiro o capítulo 558 não aconteceu nada de muito relevante a não ser uma ponta de romance entre Naruto e Hinata, no capítulo 559 tivemos uma grande revelação, mas eu queria esperar essa semana para ver se o mangá manteria o nível do que apresentou para mim colocar a minha opinião e não me equivocar como fã.
Bom vamos lá então a mais uma semana de Naruto!

Naruto Capítulo 559


"Chegam Reforços" esse é o título desse capítulo, mas que reforços são esses? Muita gente se perguntava e faziam suas apostas por diversos fóruns internet adentro que era o tal do sexto caixão que o Kabuto mostrou pro Madara. E adivinhem só era mesmo!

Bom até ai tudo bem, logo no inicio do capítulo o caixão e invocado e alguém sai do tal caixão e esse alguem também provocou apostas e teorias internet adentro. Bom quando eu li o capítulo tive um treco, por mais que agente desconfie, no momento que vemos aquilo lá realmente acontecendo é um choque.

Dentro do caixão esta nada mais nada menos que o Edo-Madara e ai que os parafusos saem voado de nossas cabeças, ou que nosso neurônios cometem suicídio coletivo, por que se para realizar o jutso Edo-Tensei a pessoa precisa estar morta e quem foi invocado foi Madara, então afinal quem é o cara que está por trás da mascara que já se chamou Tobi e depois disse ser Uchiha Madara? É a pergunta que não quer calar, muita gente diz ser o Uchiha Obito lembram-se dele? Era aquele amigo do Kakashi que aparece no Kakashi Gaiden que morre e da o olho pro Kakashi, eu particularmente não vejo uma lógica concreta para que seja o Obito, os motivos para ele ser ter se tornado do jeito que é, e se for exigimos uma puta explicação do tio Kishimoto.

Nesse capítulo apareceu o grande mestre Kakashi que é um dos personagens mais legais da história dos mangás e andava sumido, outro destaque é a arte do mangá que está ótima como sempre, parece que o tio Kishimoto e sua equipe estão trabalhando pra caralho muito.

No final desse Capítulo temos o Madara posando de foda e todo mundo com a cabeça entrando em Parafuso com as bocas arrastando no chão.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Matéria - O Vício Em Breaking Bad



Não é muito raro eu me surpreender com a qualidade de uma série de televisão americana. O número de séries espetaculares é enorme, e eu não deixo de me surpreender também com o vício que algumas causam. Como pode um filme de duas horas às vezes não conseguir prender tanto quanto uma série de vários episódios e temporadas?

Claro, as séries tem mais tempo para fazer com que os expectadores de certa forma se aproximem dos personagens, mas criar uma história que deixe o expectador sem fôlego episódio após episódio é uma tarefa complicada, que alguns roteiristas desempenham magistralmente. E nesse aspecto, tanto o criador de Breaking Bad, Vince Gilligan quanto os outros roteiristas que o auxiliam estão de parabéns.

A série é tão viciante quantos as drogas nela mostradas. Desculpe esse trocadilho, mas ele é normal em se tratando de Breaking Bad.



A série segue principalmente o personagem Walter White, um professor de química decadente, que já ganhou um prêmio Nobel no passado, mas agora se resigna a ensinar um bando de jovens que não estão nem aí para a sua matéria. Além disso, Walter descobre que está com câncer de pulmão, sem nunca ter tido nenhum vício. Depois de participar de uma blitz com seu cunhado, um agente da Narcóticos, Walter reencontra um antigo aluno, Jesse Pinkman, que está envolvido na produção de anfetamina. A partir da experiência, Walter descobre que a produção da droga pode render muito dinheiro, e propõe a Jesse uma parceria. Sendo ele um habilidoso químico, eles podem produzir a melhor anfetamina da região, e faturar muita grana. Para Jesse, é apenas uma oportunidade de levantar um bom dinheiro, e para Walter, a forma de conseguir a grana necessária para deixar a sua família bem financeiramente depois que ele se for.



A primeira temporada, que dispõe apenas de sete episódios, apresenta bem os
personagens, mostrando suas reações a diferentes tipos de situações, e mais ou menos como funciona a sua mentalidade. Também demonstra bem em que resultam suas ações.

Já na segunda, a coisa muda completamente. No segundo episódio você está completamente viciado, os acontecimentos levam a outros mais complicados de forma realista e gradativa. Toda a segunda temporada leva a um final louco, que te deixa ansioso pela continuação. Além disso, o drama mostrado e as situações, levam a história em em outra direção.

Na terceira temporada, após o fim espetacular da segunda, as coisas parecem se ajeitar, mas na verdade se complicam ainda mais, fazendo com que Jesse e Walter se metam em negócios que eles nunca iriam imaginar. As coisas se complicam para Walter também em casa, onde os problemas que tem com a esposa alcançam um nível insustentável.



A quarta temporada acaba de terminar, com um final eletrizante diga-se de passagem (não venha me dizer que a cena de Gus é impossível ou inverossímil, é foda e pronto!). Agradeço aos produtores e roteiristas por não deixarem um gancho para a próxima temporada – como aconteceu da terceira para a quarta -, pois já é torturante o suficiente esperar uma semana por um novo episódio, imagine um ano.



Há pouco tempo atrás, li uma matéria que dizia que Breaking Bad era a melhor série da atualidade. Duvidei e paguei com a língua. Depois da segunda temporada, Breaking Bad é simplesmente eletrizante. Em nenhum momento deixa a peteca cair. E olhe que não é uma das série mais convencionais. O ritmo é lento, e por vezes passamos vários e vários minutos apenas apreciando um diálogo.

O que evoca outro ponto de destaque em BrBa: Os diálogos são muito próximos a realidade. Às vezes, os personagens simplesmente conversam sem chegar a lugar nenhum a princípio. As conversas começam despretensiosas, banais, e dali a pouco estão chegando ao ponto de interesse. Assistir a um episódio de Breaking Bad é algo a ser apreciado, curtido.

Alem disso tudo, vale lembrar os aspectos técnicos. A direção dos episódios é um exemplo para as outras séries do gênero. O humor é coisa fina. Inteligente e não pra qualquer um. As atuações são brilhantes e a trilha muito boa.



Agora, posso concordar: Breaking Bad é a melhor série atual. Ok, não vi Mad Men ainda (apenas dois episódios) e além dessa, acredito que Breaking Bad ainda esteja um nível cima da aclamada Game of Thrones. A AMC está de parabéns mais uma vez. Mas devo dizer que eles devem liberar mais grana para as séries. É uma crítica recorrente a emissora, cujas políticas já prejudicaram outras séries como The Walking Dead. Mesmo assim, assista Breaking Bad!! Está perdendo tempo!