Pesquisar este blog

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Série: Dexter – 6ª Temporada Episódios 1 e 2



Começou a nova temporada de Dexter, atualmente uma das séries mais aclamadas pela crítica e pelo público.

Pra mim, a primeira temporada era ainda a melhor de todas, tanto na história quanto no vício que causava, embora todas as cinco sejam excelentes. Se você não viu ainda e não sabe do que se trata, uma pequena sinopse:

Dexter Morgan (Michale C. Hall, no melhor papel de sua carreira) é um serial killer. Desde criança ele já demonstrava isso, e seu pai adotivo, um agente da polícia de Miami começa a perceber e a partir disso, cria um código para o seu filho, visando mantê-lo longe da cadeia e longe de assassinar pessoas inocentes. Dexter mata apenas bandidos que não foram condenados, e aprendeu com seu pai a como encobrir seus rastros. Na vida adulta, Dexter trabalha para a polícia como “o cara do sangue”, o profissional que analisa respingos de sangue para a reconstituição dos crimes. Com isso, Dexter está sempre por dentro dos casos e dos bandidos que conseguem se safar. Além disso, a série mostra como Dexter lida com os sentimentos que aparentemente não tem. Ele está sempre aprendendo a se comportar em diferentes situações, e a lidar com coisas “simples” para a maioria, como a amizade, a fraternidade, o amor e até, posteriormente, a paternidade.

Cada temporada de Dexter é uma história fechada, com exceção da quarta, que deixa um gancho forte para a quinta, e geralmente possuem uma espécie de antagonista que Dexter tem que enfrentar. E nesta sexta, a coisa aparentemente não é diferente. Já no primeiro episódio, somos apresentados a dois assassinos com fortes tendências religiosas. Religião é uma coisa que Dexter não compreende muito bem, já que sua mente funciona quase que exclusivamente de forma racional. Portanto, parece que essa abordagem pode ser muito interessante. Tais assassinos parecem ter histórias particulares muito boas também.



O primeiro episódio é um dos melhores de toda a série. Com um humor excelente e um roteiro muito bom, apresenta muito bem os novos personagens e ajeita o terreno para a nova trama. Na minha opinião, apenas o episódio piloto da série é comparável a este.

O segundo também mantém um bom nível, trazendo outros personagens que podem ser importantes no decorrer da temporada, que começou muito bem e está prometendo muito.

Se você ainda não assistiu a Dexter, recomendo veementemente que o faça. Após o fim da quarta temporada de Breaking Bad, a série é provavelmente a melhor opção para diminuir a abstinência.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Anime-Resenha: Persona 4 The Animation (resenha 2)





Começou o anime mais esperado do ano! Pelo menos pra mim!

Você jogou Persona 4 no Playstation 2? Se sim, sabe que o clima do jogo é excelente, que os personagens são muito carismáticos e que a as tramas principais e as subtramas compõe uma história muito boa. Caso não tenha jogado, aqui vai uma breve sinopse:

Persona 4 é um RPG de 2007 que conta a história de um garoto que vai ter que passar um ano morando com o seu tio numa cidade do interior do Japão. Logo após a sua chegada, estranhas mortes começam a acontecer e o personagem, junto com seus novos amigos, descobrem um jeito de evitar mais mortes. É uma sinopse bem tosca e incompleta, mas dá pra ter uma idéia.

Neste review, pretendo analisar Persona 4 – The Animation, a partir do ponto de vista de quem jogou o game (não terminei ainda admito). Se é fiel, se não é, quais eventuais mudanças ajudam ou atrapalham a história nessa nova mídia. Uma análise mais neutra pode ser conferida no Review do meu companheiro Édiner neste Link.

Tecnicamente falando, Persona 4 – The Animation é muito bom. A animação é fluida, a direção é legal e a trilha sonora saiu direto do game, o que é um ponto negativo e positivo ao mesmo tempo, já que algumas músicas que eram perfeitas para o jogo parecem não se encaixar no momento em que foram utilizadas no anime. Melhor dizendo, só senti isso uma vez. Nas outras as músicas funcionaram muito bem. Vale destacar que a abertura e encerramento também saíram da trilha do game.

Ainda sobre a animação, o anime segue um padrão um pouco diferente do utilizado nas cenas em anime presentes no jogo. Eu particularmente acho as animações do jogo mais charmosas, com aquela espécie de filtro, que deixa as cores mais suaves. O traço também é levemente diferente, sendo que os personagens parecem maiores no anime.

Outra coisa que me preocupava, era como seriam as dublagens. Joguei dezenas de horas do game em inglês. A dublagem americana é magnífica, e tinha medo de a japonesa ser pior (um caso raro, é verdade). Na maioria dos personagens que aparecem nesse primeiro episodio, as vozes são agradáveis. Apenas Chie Satonaka, provavelmente a minha personagem favorita, ficou abaixo do que eu gostaria. E o problema nem é só a dublagem, mas a própria personalidade dela. Pelo menos nesse início, Chie está bem diferente. Está mais espalhafatosa e exagerada. Ela já era um pouco no game, mas aumentaram o nível no anime. Mas como é só o primeiro episódio, provavelmente isso vai mudar conforme a personagem ganha mais profundidade.

É importante lembrar que agora o protagonista fala. O jogo segue um padrão de alguns RPGs, de protagonista mudo. Ele só fala o que o jogador define. No anime, isso não teria lógica, então agora ele participa ativamente das conversas. Embora ainda pareça um pouco carente de personalidade, alguns pequenos flashbacks dão a entender que a sua história será melhor trabalhada no futuro.

Só temos uma luta nesse episódio, mas que empolga bastante. Principalmente por causa da música que toca (precisa dizer que saiu diretamente das batalhas do game?).

Os cenários do anime também são muito parecidos (na verdade idênticos) aos do game, assim com a história, que segue fiel dentro do possível, obviamente, acontecendo bem mais rápido.

É bom ver que Persona 4 funciona muito bem em anime também. Ainda temos pequenas arestas que parecem estranhas no formato, mas que não diminuem a diversão proporcionada. Com certeza um candidato forte a um dos melhores animes do ano. Com a quantidade de subtramas emocionantes presentes no game, é difícil pensar que o pessoal responsável por The Animation possa pisar na bola. E já adianto para aqueles que não jogaram: o melhor ainda está por vir. Toda a profundidade da história começa a partir do próximo episódio, portanto, se não gostar desse primeiro, dê uma chance pros próximos. Recomendado!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Naruto - O mundo de Masashi Kishimoto Biografia

Galera vou começar a postar aqui a biografia do Mangaka Masashi Kishimoto, ou seja, são os textos em que ele descreve como foi a criação do mangá Naruto, como ele teve as idéias, como que foi o processo de criação assim como as fases em que ele estava no colégio. Eu particularmente acho bem bacana, por que eu me identifico bastante com toda a história dele, esse biografia vai ser postada aos poucos e em partes, até por que tem bastante coisa.

Biografia - A criação de Naruto.






































sábado, 8 de outubro de 2011

Persona 4 The Animation - Review animes

Persona 4 The Animation é um anime baseado no jogo de PlayStation 2 de mesmo nome produzido pela Atlus, e vem com a proposta de representar fielmente a história do jogo assim como suas passagens, e ai fica a pergunta ele consegue cumprir com o que promete?

A Históra


Persona 4 The Animation conta a história de um estudante que muda de cidade após os seus pais saírem para trabalhar no exterior, seu novo destino é a cidade de Inaba que fica no interior e é bem pacata e quieta. Mas algo de estranho acontece em dias de chuva à meia noite, onde é possível entrar nos televisores por algum motivo misterioso.

O garoto vai morar com um parente próximo e logo já se ambienta na escola fazendo alguns poucos amigos de personalidade forte e extravagante. Certo dia um estudante aparece morto no telhado da escola e é ai onde a trama começa a se movimentar pelo psicológico dos seus personagens, o garoto conta para seus amigos que conseguiu entrar no televisor na noite passada e sem muito questionamento seus amigos acreditam e buscam investigar se é possível realizar tal façanha e é ai onde tudo começa de maneira séria e até macabra por assim dizer, ao entrar nos televisores eles se deparam com uma dimensão completamente louca com resquícios de atividades de seres humanos aparentemente, la eles encontram os shadows em uma especia de dimensão disforme e louca, onde são capazes de invocar seus Personas que são representações de seus alter egos por meio de ilustrações de cartas de Tarot, em meio a tudo isso começam a ocorrer assassinatos e estes se mostram relacionados a este mundo disforme habitado por shadows, e é claro que os protagonistas se envolveram nessa trama tentando desvendar o que ocorre de verdade, o resto são spoilers então fica por conta de quem olhar o anime ou jogar o game.

Animação


A parte técnica é competente e mostra animações boas, mas nada que salte aos olhos, a parte artística é caprichada principalmente pelo designe de personagens estilosos e carismáticos, já cenários e ambientes não apresentam nada do que já não tenhamos visto, o designe e as pompas são ótimas seguindo o padrão do game, as músicas são excelentes e empolgam envolvendo o espectador no clima tanto obscuro como colegial  da história, a Opening é uma das melhores que já vi nos últimos tempos mesclando muito bem o desenrolar da apresentação com os acontecimentos iniciais seguido da musica oficial do game que não fica por menos e é ótima tanto na letra quanto na melodia.

Vale a Pena Ver?


Não sou fã de carteirinha da série, mas se você busca um anime diferente do convencional com um clima envolvente e misterioso acompanhado de personagens carismáticos, essa é a sua pedida, mais do que recomendado, esperemos para ver como serão os próximos episódios, daqui mais uns seis episódios farei outra analize para vermos como anda esse anime que promete e que me agradou bastante.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Anime - resenha - Hunter x Hunter (2011) – Episódio 01




Como os fãs ficaram contentes com a notícia de que o autor Yoshihiro Togashi (o mesmo de Yu Yu Hakusho) retomaria o Hunter x Hunter de onde tinha parado. Afinal, são anos e anos em que os fãs acompanharam a série, muito boa por sinal, e queriam um desfecho.

Não bastando isso, ainda foi anunciado um novo anime da série!! Um remake completo, produzido pelo excelente estúdio MadHouse , desde o início e a grande probabilidade de não haverem fillers, já que o mangá está muito na frente. Com essa notícia, a expectativa foi as nuvens. Valeu a pena esperar?

Sim, sim, sim!

Logo de cara, nota-se um avanço enorme na animação e no traço do anime. Tudo está mais bonito e bem acabado, mesmo que o anime antigo também fosse muito bom. No geral a direção está muito boa também, algumas cenas empolgam só pela forma como a cena é mostrada. Eu só tinha assistido um episódio do anime antigo, e não pude continuar por falta de tempo mesmo.



Mas com essa nova versão, é impossível parar de acompanhar. Em dois minutos de anime, eu pensei “essa situação é meio clichê”. Pensei isso quando o protagonista Gon estava prestes a capturar um peixe gigante da mesma forma que seu pai, tendo a mesma idade que este tinha quando conseguiu. Dois minutos mais tarde, eu não estava dando nenhuma bola pra isso, por que a história não dá nenhum destaque a isso, rapidamente estamos em outro lugar, sendo apresentados a novos personagens, na jornada de Gon para se tornar um Hunter, assim como seu pai. Aí você pode pensar “aí está o clichê novamente!”, mas não é isso que acontece quando sabemos o porquê de Gon querer seguir os passo do pai. Ele fala que quer ser um Hunter por que quer descobrir mais sobre os Hunters, e que deve ser incrível, já que fez seu pai abandonar o próprio filho pra seguir esse rumo. Gon é uma criança de doze anos, abandonado pelo pai, e que mesmo assim não é uma dessas crianças tristonhas ou traumatizadas. A alegria do personagem cativa logo nos primeiros minutos, e isso leva a outro assunto importante: o carisma dos personagens.



Todos, repito, TODOS os personagens mostrados nesse primeiro episódio (e são muitos) são carismáticos. Suas atitudes e personalidades são muito diferentes entre si (além de serem muito estilosos), e a dublagem ajuda a garantir esse carisma. Não sei se a vozes são as mesmas do anime antigo (se alguém souber, comente ali embaixo!), mas são excelentes.



Outra coisa que eu acho importante ressaltar é a velocidade com que as coisas acontecem. Não tem nenhuma enrolação neste primeiro episódio, e ele até difere um pouco do mangá. Acredito que as partes de história que faltaram nesse episódio vão ser apresentadas mais tarde. As coisas acontecem tão rápido, que pelo que eu pude perceber, esse episódio cobre três capítulos do mangá. E mesmo assim não parece corrido.

Hunter x Hunter é um exemplo de shonen com alma. Daqueles que prendem a atenção. Mal posso esperar para assistir o segundo episódio!